CCJF realiza palestra on-line sobre Atuação da Justiça Federal na Primeira República

No dia 9 de maio, o Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) apresentou palestra on-line do juiz federal titular da 3ª Vara Federal de Execução Fiscal de Vitória (ES) e pesquisador Ronald Kruger Rodor, que trouxe o tema “Atuação da Justiça Federal na Primeira República”. A palestra antecipou a comemoração do Dia da Memória do Poder Judiciário, instituído para o dia 10 de maio pela Resolução nº 316, de 22 de abril de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O evento integrou a programação do projeto “Memória do Judiciário – Preservação e Identidade”, do CCJF, e contou com abertura do seu diretor-geral, desembargador federal Ivan Athié. Também participou da condução dos trabalhos a diretora executiva do Centro Cultural, professora Maria Geralda de Miranda. Para realizar a exposição, o CCJF utilizou a plataforma de videoconferência Webex, do CNJ, que também vem servindo às sessões de julgamento virtuais do Tribunal Regional Federal – 2ª Região (TRF2), durante o período de trabalho remoto do Judiciário, que vige desde 16 de março.

O dia 10 de maio foi escolhido para  o celebrar a memória do Poder Judiciário por coincidir com o da assinatura do alvará que criou a Casa de Suplicação do Brasil, instalada no Rio de Janeiro, em 1808, a qual passou a ser a Corte suprema de apelações e recursos do antigo Império português. O documento foi assinado pelo príncipe regente d. João VI, que naquele ano se transferira para o Brasil, com a Família Real.

A íntegra do vídeo da palestra de Ronald Kruger Rodor está disponível na plataforma Youtube e pode ser assistida digitando-se, no buscador, o título “Memória do Judiciário, com Ronald Kruger Rodor – Atuação da Justiça Federal na Primeira República”.

Fonte Oficial: https://www.cnj.jus.br/ccjf-realiza-palestra-on-line-sobre-atuacao-da-justica-federal-na-primeira-republica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ccjf-realiza-palestra-on-line-sobre-atuacao-da-justica-federal-na-primeira-republica.

​Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Portal do Magistrado.

Comentários

Confira Também

Adolescentes trans e travestis devem ter revista humanizada em Minas Gerais

Os adolescentes travestis e transexuais em centros socioeducativos mineiros deverão ser revistados apenas por profissionais …