TST aumenta número de julgamentos entre janeiro e outubro de 2020

O quantitativo é 6% maior em relação ao mesmo período de 2019

Imagem ilustrativa de gráfico de barras

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18/11/20 – Dados do último Relatório de Movimentação Processual mostram que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou 284.759 processos entre janeiro e outubro de 2020. O número é 6% superior ao registrado no mesmo período de 2019, com 268.518 julgamentos, e corresponde a 81,5% dos processos recebidos.

As informações, divulgadas pela Coordenadoria de Estatística e Pesquisa do Tribunal, demonstram que o órgão vem conseguindo aumentar a produtividade, mesmo com a suspensão das atividades presenciais e a adoção do teletrabalho temporário no período. 

Julgados 

Pelas estatísticas, a proporção de processos solucionados em sessão (38,5%) e por despacho (61,5%) se aproximou da média alcançada em 2019, com 36,7% e 63,3%, respectivamente.
A média de processos julgados pelas Turmas do Tribunal foi de 34.377, quantitativo 5,9% superior ao registrado em 2019. 

O tempo médio de julgamento apresentou redução de 11,5%, totalizando 212 dias, prazo inferior aos 320 dias estabelecidos na Meta 19 do Planejamento Estratégico do TST.

Recebidos 

No período entre janeiro e outubro de 2020, o Tribunal recebeu 349.502 processos, 10,6% a mais que no mesmo período de 2019. Em outubro, diferentemente do ocorrido nos meses anteriores, verificou-se uma redução de 32,5% em relação ao ano anterior.

Sessões telepresenciais

Desde a edição do Ato Conjunto 159/TST.GP.GVP.CGJT, que regulamentou as sessões telepresenciais, os órgãos do Tribunal realizam julgamentos por meio de videoconferência, com a participação, em tempo real, de advogados e  membros do Ministério Público do Trabalho (MPT), que podem fazer sustentações orais. Com valor jurídico equivalente ao das sessões presenciais, os julgamentos a distância asseguram a publicidade dos atos praticados e todas as prerrogativas processuais de advogados e partes. 

As sessões de julgamento podem ser acompanhados pelo canal do TST no YouTube.

(AM/CF) 

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Fonte Oficial: TST.

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