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Prazo para participar da pesquisa sobre IA no Judiciário encerra neste sábado (15/6)

Termina neste sábado (15/6) o prazo para participação no primeiro Diagnóstico sobre uso de Inteligência Artificial Generativa (IAG) no Poder Judiciário. Lançado em maio pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a pesquisa busca compreender experiências, opiniões e sugestões das pessoas que atuam diretamente no Judiciário sobre os recursos oferecidos por esse tipo de ferramenta.  

Magistrado e magistradas, servidores e servidoras da Justiça podem preencher o formulário enviado aos tribunais pelo CNJ, ação que leva pouco mais de cinco minutos para ser totalmente concluída. A análise dos dados será feita pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ/CNJ) e os dados fornecidos são anônimos e sigilosos. Os resultados irão subsidiar o debate sobre a aplicação da IAG no Poder Judiciário e o desenvolvimento de diretrizes para futuro uso da tecnologia pela Justiça brasileira. 

Acesse aqui o formulário para a pesquisa sobre Inteligência Artificial Generativa no Judiciário

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A pesquisa foi lançada oficialmente no dia 16 de maio de 2024, durante a 1.ª Reunião Preparatória do 18.º Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Brasília. Na ocasião, o presidente da Comissão de Tecnologia da Informação e Inovação do CNJ, conselheiro Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho, destacou que as inovações tecnológicas como as promovidas pelas IAGs não podem escapar aos olhos do CNJ.  “O Conselho Nacional de Justiça busca continuamente alcançar a eficiência e propiciar um ambiente adequado para a prestação judiciária de qualidade e com celeridade à população”, afirmou Bandeira de Mello.  

Grupo de trabalho

Sensível à temática da Inteligência Artificial Generativa (IAG), o CNJ editou, em novembro do ano passado, a Portaria n. 338/2023, instituindo grupo de trabalho sobre inteligência artificial no Poder Judiciário. O objetivo é realizar estudos e avaliar a necessidade de apresentar proposta de regulamentação do uso da IAG.   

Texto: Thays Rosário
Edição: Sarah Barros
Agência CNJ de Notícias

Fonte Oficial: Portal CNJ

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