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Justiça do Trabalho apoia projeto “Liberdade no Ar” de combate ao tráfico de pessoas e trabalho escravo

4/4/2024 – Conscientizar a sociedade sobre o tráfico de pessoas e o  trabalho escravo. Este é o objetivo do Projeto “Liberdade no Ar”, lançado na segunda-feira (1º), pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e que, desde 2022, conta com o apoio do Tribunal Superior do Trabalho e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.

Prática pode ocorrer de formas disfarçadas

Segundo o ministro Augusto César, do TST, coordenador do Programa de Enfrentamento ao Trabalho Escravo, Tráfico de Pessoas e de Proteção ao Trabalho do Migrante da Justiça do Trabalho, a escravidão contemporânea ainda está presente em nossa sociedade, em grande parte em razão da falta de politicas públicas, o que reforça a relevância do projeto. “O programa Liberdade no Ar tem trabalhado na conscientização de pessoas que são vítimas potenciais do trabalho escravo e do tráfico de pessoas”, explica. “Situações que muitas vezes se apresentam de forma disfarçada, como uma grande oportunidade de trabalho, levam-nas a se submeterem a situações degradantes. Essa prática precisa ser erradicada, e o programa tem dado uma colaboração decisiva neste sentido”.

Vídeos se inspiraram em casos reais

Esta edição traz a divulgação de dois novos vídeos da campanha “Expectativa x Realidade”, com animações inspiradas em casos reais de tráfico de pessoas. Desde a primeira edição da websérie, os vídeos já foram reproduzidos em países como Moçambique, Portugal, Espanha, Uruguai, Estados Unidos, Argentina, Rússia, Suíça, Ucrânia, México e Venezuela.

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Confira o vídeo:

Liberdade no Ar

Esse é o quinto ano do projeto, criado inicialmente pelo MPT para sensibilizar passageiros e pessoal de aeroportos e empresas aéreas sobre a importância do combate ao tráfico de pessoas e trabalho escravo. Posteriormente, a iniciativa se tornou uma campanha no eixo de prevenção, realizada a muitas mãos, e que busca conscientizar a sociedade como um todo sobre o tema. 

(Andrea Magalhães/CF)

Fonte Oficial: TST

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