Em novembro de 2024, a Polícia Federal entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o relatório final de uma investigação que apontou a existência de uma organização criminosa dedicada a tentar manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder, mesmo após sua derrota nas eleições de 2022.
Ao todo, 37 pessoas foram apontadas como integrantes do grupo, que teria se dividido em núcleos para desacreditar o processo eleitoral, coagir autoridades e abalar o Estado Democrático de Direito.
As provas foram obtidas ao longo de quase dois anos, por meio de quebras de sigilos telemáticos, telefônicos, bancários e fiscais, colaboração premiada, buscas e apreensões, entre outras medidas autorizadas pelo Judiciário.
As investigações chegaram à Suprema Corte sob sigilo, ficando sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, já responsável por outros processos relacionados ao grupo. Em novembro, ele retirou o sigilo do caso e encaminhou os autos à Procuradoria-Geral da República (PGR), órgão encarregado de oferecer denúncias ou pedir arquivamento junto ao STF.
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Fonte Oficial: Portal STF


