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Resolução do CNJ e reconstrução do Rio Grande do Sul são temas da 45ª Reunião do Colégio de Ouvidores 

A 45ª Reunião Ordinária do Colégio de Ouvidores da Justiça do Trabalho (Coleouv) termina nesta sexta-feira (14/11), no Campus das Hortênsias da Universidade de Caxias do Sul, em Canela (RS). O encontro começou na última quarta-feira (12/11) e teve como objetivo debater temas como cooperação judiciária, linguagem simples, boas práticas institucionais e políticas de prevenção e combate ao assédio. Participaram ouvidores e gestores de Ouvidorias dos Tribunais Regionais do Trabalho.

Na abertura do evento, o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ouvidor nacional de Justiça, Marcello Terto e Silva, tratou da “Resolução 432 do CNJ e suas alterações”. A norma regulamenta as atribuições e o funcionamento das Ouvidorias dos tribunais e da Ouvidoria Nacional de Justiça. Terto destacou o impacto transformador da resolução. “A Resolução 432 venceu muitos tabus relacionados ao trabalho das ouvidorias. Hoje se exige das instituições não apenas o exercício do poder, mas a resposta e a adequação — às vezes até a revolução. Transformamos conceitos e nossa cultura institucional para dar respostas efetivas à população”, afirmou.

O conselheiro destacou a necessidade de consolidar os princípios da resolução nas rotinas administrativas. 

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Homenagens

Durante a solenidade, o vice-presidente do Coleouv, desembargador Jorge Orlando Ramos (TRT-RJ), entregou a Ordem do Mérito Judiciário do TRT-RJ ao presidente da entidade, desembargador Marcello Maciel Mancilha, e ao ouvidor nacional Marcello Terto.

O ouvidor do TRT-RS, desembargador João Paulo Lucena, ressaltou que esta edição também expressa o agradecimento da Justiça do Trabalho da 4ª Região à solidariedade recebida após a tragédia climática. Ele reforçou que a cooperação judiciária é o eixo central do encontro. “A cooperação é o caminho que nos permite oferecer à sociedade uma justiça mais ágil, simpática e próxima do cidadão”, afirmou.

O presidente do TRT-RS, desembargador Ricardo Martins Costa, destacou a relevância das Ouvidorias na administração dos tribunais. “Elas são cada vez mais não apenas a porta de entrada, mas a grande janela para escutar e fortalecer a justiça”, observou. O diretor da Escola Judicial do TRT-RS, desembargador Fabiano Beserra, ressaltou o papel democrático das Ouvidorias e relembrou o apoio nacional recebido pelo estado em 2024.

Texto: Henrique Brito com supervisão de Beatriz Borges
Agência CNJ de Notícias 

Fonte Oficial: Portal CNJ

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